Coronavírus: Como diminuir risco de infecções virais no ônibus lotado?

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A declaração de pandemia para o novo coronavírus (Covid-19) impôs mais rigor nos hábitos dos sul-mato-grossenses – não só nas rodas de tereré, mas nas celebrações religiosas e até no uso do transporte coletivo. Isso porque, apesar de medidas como a suspensão das aulas em Campo Grande, a rotina de trabalho ainda não foi oficialmente afetada. Logo, o deslocamento até os postos de trabalho vai exigir atenção redobrada de quem toma ônibus.

Vale lembrar, porém, que mesmo sem quarentena, a recomendação dos especialistas é de sair de casa somente quando for necessário, de evitar aglomerações e locais fechados, principalmente se estiverem no grupo de risco (idosos e pacientes com doenças pré-existentes, como diabetes e doenças cardiovasculares).

As dicas abaixo foram feitas com base no guia do Ministério da Saúde sobre o novo coronavírus. Confira-as a seguir:

Lavas as mãos

Ao descer do transporte coletivo, seja ônibus, ou carona compartilhada, o passageiro precisa higienizar as mãos, lavando-as com água e sabão, esfregando-as gentilmente até a altura do pulso por cerca de 20 segundos, ou com uso de álcool em gel, que tem capacidade de matar micro-organismos. É bom providenciar um frasquinho da substância e mantê-la sempre consigo.

Limpe fones de ouvido e telefones celulares

Além de higienizar as mãos, telefones celulares e fones de ouvido, assim como os demais objetos manuseados dentro dos ônibus, devem ser limpos, já que o espirro de alguém infectado pode conter vírus, que vão cair exatamente sobre esses objetos. A limpeza pode ser feita com água sanitária, álcool 70% (em gel ou líquido) e desinfetantes em geral.

Evite tocar no rosto

A maioria das infecções virais ocorrem por conta do contato das mãos sujas nas regiões de mucosas, como boca, nariz e olhos. Assim, os toques devem ocorrer apenas com as mãos limpas. Aquela coceira no nariz pode esperar os 20 segundos de higienização da mão para ser eliminada?

Vai tossir ou espirrar? Cubra o rosto

A recomendação do Ministério da Saúde é que pacientes com sintomas gripais – seja coronavírus ou gripe e resfriados – evitem sair de casa. Mas, caso isso não seja possível, essas pessoas podem utilizar lenços descartáveis ou proteger o rosto na região do cotovelo ao espirrar ou tossir, ações que ajudam a conter a propagação das gotículas de saliva.

Afinal, quem deve usar as máscaras?

Você já deve ter lido que as máscaras estão em falta até em hospitais. Elas podem ajudar a impedir a infecção, mas são muito mais eficientes em impedir a transmissão. Ou seja: melhor do que estocá-las é priorizar que pessoas infectadas utilizem-nas. Se você está resfriado ou até mesmo com o coronavírus, o uso pode contribuir para que você não espalhe o vírus no ambiente. Afinal, do que adianta usar a máscara se alguém infectado poderá, num simples espirro, espalhar os vírus em todas as superfícies do ônibus, até mesmo nas suas roupas?

Evite contato

Evitar contato em um ônibus lotado é basicamente impossível. Por isso, pacientes com sintomas gripais devem usar o bom senso e, talvez, esperar um veículo menos lotado. É muito difícil equacionar isso na nossa realidade, mas vale à pena conversar com o chefe, por exemplo, para ver a possibilidade de trabalhar em regime de teletrabalho (home office). Além disso, cumprimentar pessoas com apertos de mão, beijos e abraços também deve ser suspensos. Tente algumas formas alternativas, como um toque de pés ou de cotovelos.

Abra as janelas e alçapões

Quanto menos o ar ficar restrito ao ambiente, menos concentração de micro-organismos ele terá. Por isso, é importante que janelas e alçapões do veículo estejam abertos, a fim de garantir a circulação do vento no ônibus e, assim, evitar o coronavírus.

Nada de comer

Os micro-organismos como o coronavírus ou a influenza, que eventualmente estiverem suspensos no ar, podem cair bem no seu salgado ou sanduíche enquanto você se alimenta dentro do ônibus. Por isso, é melhor matar a fome em outro local.

Prevenção ao Coronavírus

A prevenção ao coronavírus é simples, e serve também para a maioria dos vírus que são transmissíveis por gotículas de saliva e por contato, como a influenza. O primeiro passo é higienizar as mãos regularmente com água e sabão.

Não é preciso fazer força. Basta esfregar gentilmente as mãos com sabonete ou sabão. Não esqueça a região entre os dedos e unhas, até a altura do pulso, por cerca de 20 segundos. Depois, seque bem com papel descartável. Se não houver água e sabonete, você pode usar um desinfetante para as mãos à base de álcool.

Também é recomendado higienizar as mãos com álcool em gel após tocar em superfícies compartilhadas, como corrimãos, maçanetas, barra de ônibus, dentre outros.

Outro hábito a ser incorporado na rotina é evitar, com as mãos sujas, toques no rosto e em áreas de mucosa, como olhos, nariz e boca. Ao espirrar e tossir, deve-se usar a parte interna do cotovelo para evitar a dispersão de micro-organismos no ambiente, e limpar o rosto com um lenço descartável, que deve ser colocado imediatamente no lixo.

As máscaras são indicadas a qualquer pessoa que manifeste sintomas gripais, como tosse, espirros e coriza, independente de ser ou não coronavírus, pois os itens ajudam a evitar a dispersão de gotículas de saliva. Porém, elas não têm eficácia de evitar a infecção.

Para prevenir infecções desse tipo, deve-se evitar aglomerações, espaços fechados e contato físico com pessoas com sintomas gripais. Também é recomendado não compartilhar objetos como canudos, talheres, bombas de tereré e chimarrão, piteiras e narguilés.

Por fim, a limpeza de ambientes e superfícies pode ser feita com facilidade usando-se produtos comuns de limpeza, como álcool 70%, água sanitária e desinfetantes em geral. https://www.midiamax.com.br/



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