Leishmaniose: prevenção e sintomas

Anualmente, cerca de 250 pessoas morrem em decorrência da doença no Brasil.

Causada por parasitas do gênero leishmania infantum, a Leishmaniose é uma enfermidade infecciosa não contagiosa. Atinge principalmente os cães, hospedeiros dos protozoários, e pode ser transmitida aos humanos pela da picada do mosquito-palha. Gatos, raposas e roedores também podem ser infectados.

Manter a higiene em casa e no pátio é a forma mais eficiente de combater os insetos transmissores. Eles vivem em refúgios como caixotes, jardins, lugares úmidos e escuros.

A picada acontece, preferencialmente, ao final do dia. A atenção deve ser redobrada a cães que passam a maior parte do tempo na rua, são de raças exóticas, com pelo curto e idade superior a dois anos, pois estão no grupo de risco para contágio.

Para compreender como a doença se manifesta e os principais cuidados para evitar a proliferação de seus vetores, a seguir apresentamos algumas explicações.

Principais sintomas nos animais

Cachorros e outros animais atingidos pela doença apresentam aumento nas glândulas linfáticas, localizadas na região do pescoço, axilas, virilhas e parte traseira das patas, crescimento exagerado das unhas, perda de pelo, úlceras e descamação da pele, emagrecimento, atrofia muscular, sangramento nasal, anemia, alterações dos rins, fígado e articulações.

Podem também apresentar outros sintomas, de acordo com o grau da contaminação e associação a outras doenças concomitantes. Somente com exames clínicos e testes laboratoriais, analisados em conjunto com o quadro sintomático, confirmam o diagnóstico.

Cão contaminado, o que fazer?

Após confirmação do diagnóstico, o mais importante é seguir todas as recomendações indicadas pelo médico veterinário. Prevenir que o animal seja picado por mosquitos é a essencial. Inseticidas e repelentes aplicados dentro de casa e no exterior evitam a proliferação dos insetos.

É importante salientar que mesmo com a confirmação laboratorial da contaminação, a doença pode demorar ou nunca se manifestar no cão. Mas é preciso ficar em alerta, pois, uma vez em contato com o protozoário e ele alojado na pele do animal, a doença pode ser transmitida pela picada do mosquito.

Principais sintomas em humanos

Existem dois tipos de Leishmaniose: a tegumentar ou cutânea e a visceral ou calazar, cada uma com características e ações diferentes.

Leishmaniose cutânea

Os sintomas surgem de duas a três semanas após a picada. Pequenas feridas avermelhadas aparecem na pele, principalmente nas partes descobertas do corpo. Com o tempo, podem aumentar de tamanho e ficar cobertas por crosta ou secreção purulenta. Também conhecida como ferida brava, quando em seu estágio avançado pode causar lesões inflamatórias nas mucosas do nariz e boca.

Leishmaniose visceral

Esta apresentação da doença é sistêmica. Atinge vários órgãos internos como fígado, baço e medula óssea. Não é contagiosa nem transmitida de uma pessoa para outra, de um animal para outro ou dos animais para as pessoas. A incubação, em grande parte dos casos, leva de dois a quatro meses, mas pode variar de 10 dias a dois anos. Sua evolução é longa e pode se estender por meses. Quando não tratada, pode levar à morte.

Os principais sintomas da leishmaniose visceral em humanos são febre intermitente por semanas, fraqueza, perda de apetite, emagrecimento, anemia, palidez, aumento do baço e do fígado, comprometimento da medula óssea, problemas respiratórios, diarreia, sangramento na boca e nos intestinos.

Prevenção

Para manter sua casa, família e animais livres do contágio, lembre de usar produtos repelentes nos ambientes favoráveis ao desenvolvimento de mosquitos. Produzido pela Labgard, o Certrine 25 SC é ideal para prevenir a proliferação de insetos. O produto é inodoro, pode ser aplicado dentro de casa, pátios e jardins e também é eficaz no interior das casinhas, frestas e buracos.

Para áreas externas em instalações rurais, como fazendas e sítios, indicamos o Ectonil Pulverização, outro poderoso aliado no combate aos mosquitos.

Telas ao redor de portas e janelas evitam que os insetos voem para o interior da casa. Quintais e terrenos próximos às residências devem permanecer limpos para evitar criadouros de mosquitos. E, principalmente, esteja atento à saúde de seu cão. Getlab

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